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	<title>Guia - Dados sobre a área médica - Mitfokus</title>
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	<description>Contabilidade Médica</description>
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	<title>Guia - Dados sobre a área médica - Mitfokus</title>
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		<title>O Futuro da Medicina no Brasil: O Que Esperar da Demografia Médica até 2035?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tassiane França]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 13:25:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dados sobre a área médica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já parou para pensar como será o cenário da medicina no Brasil nos próximos 10 anos? O estudo recente da FMUSP intitulado &#8220;Demografia Médica no Brasil&#8221; traça uma projeção...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">Você já parou para pensar como será o cenário da medicina no Brasil nos próximos 10 anos? O estudo recente da FMUSP intitulado &#8220;Demografia Médica no Brasil&#8221; traça uma projeção surpreendente: em 2035, o país terá mais de 1,15 milhão de médicos. Logo, para os médicos empreendedores, entender essas tendências é essencial para planejar sua carreira, expandir negócios e atuar de forma estratégica.</span></p>



<h2 class="wp-block-heading"><b>Um Crescimento Acelerado: O Dobramento da População Médica</b></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">Entre 2023 e 2035, o número de médicos ativos no Brasil deve mais que dobrar, saltando de 572 mil para 1,15 milhão. Esse aumento é impulsionado pela expansão de escolas médicas, hoje somando mais de 448 instituições, com quase 50 mil vagas anuais.</span></p>



<h3 class="wp-block-heading"><b>Por que isso importa?</b></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">Mais médicos no mercado significa:</span></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><span style="font-weight: 400;">Maior concorrência nas áreas urbanas.</span></li>



<li><span style="font-weight: 400;">Pressão por diferenciação por meio da especialização ou gestão de clínicas.</span></li>



<li><span style="font-weight: 400;">Abertura de oportunidades em regiões menos assistidas.</span></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="614" src="https://www.mitfokus.com.br/wp-content/uploads/2025/05/projecao-numero-medicos-brasil-2023-2035-1024x614.png" alt="projeção do número de médicos no Brasil 2023 a 2035." class="wp-image-2153" srcset="https://www.mitfokus.com.br/wp-content/uploads/2025/05/projecao-numero-medicos-brasil-2023-2035-1024x614.png 1024w, https://www.mitfokus.com.br/wp-content/uploads/2025/05/projecao-numero-medicos-brasil-2023-2035-300x180.png 300w, https://www.mitfokus.com.br/wp-content/uploads/2025/05/projecao-numero-medicos-brasil-2023-2035-768x461.png 768w, https://www.mitfokus.com.br/wp-content/uploads/2025/05/projecao-numero-medicos-brasil-2023-2035-1536x922.png 1536w, https://www.mitfokus.com.br/wp-content/uploads/2025/05/projecao-numero-medicos-brasil-2023-2035.png 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><b>Feminização e Rejuvenescimento da Medicina</b></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">Em 2035, 56% dos médicos brasileiros serão mulheres e a idade média será de apenas 40,8 anos. Além disso, a nova geração médica será jovem, com expectativas diferentes de carreira, mais conectada à tecnologia e preocupada com qualidade de vida. Confira <a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/demografia_medica_brasil_2025.pdf">outros dados da Demografia Médica no Brasil aqui.</a></span></p>



<h3 class="wp-block-heading"><b>Dica para o médico empreendedor:</b></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">Invista em modelos de gestão que valorizem diversidade, inovação e equilíbrio entre vida pessoal e profissional, isso pode ser um diferencial competitivo na atração de talentos e pacientes.</span></p>



<h2 class="wp-block-heading"><b>Desigualdade na Distribuição: Um Desafio Persistente</b></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">Mesmo com o aumento expressivo, a distribuição de médicos continua desigual: enquanto o Distrito Federal terá 11,8 médicos por 1.000 habitantes, estados como Maranhão e Pará terão menos de 3.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">Municípios do interior e regiões Norte e Nordeste ainda são carentes de especialistas. Dessa forma, para quem deseja empreender, expandir clínicas ou atuar em modelos híbridos (SUS + privado), essas regiões podem representar grandes oportunidades.</span></p>



<h2 class="wp-block-heading"><b>Especialistas: Formação Concentrada, Demanda Espalhada</b></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">O número de especialistas é desproporcionalmente maior nos grandes centros. Veja bem: estados como São Paulo e DF lideram em densidade de médicos especialistas, enquanto regiões como Norte e Nordeste sofrem com escassez.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, se você está na residência ou pensa em migrar, c<span style="font-weight: 400;">onsidere especialidades com baixa densidade regional e alta demanda (ginecologia, psiquiatria, pediatria) como uma forma de se posicionar com mais segurança no mercado.</span></p>



<h2 class="wp-block-heading"><b>Conclusão</b></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">A demografia médica brasileira está mudando rapidamente. Sendo assim, para os médicos que também são empreendedores, essas transformações não são apenas números, são sinais claros de onde estão as oportunidades, os riscos e as áreas com maior potencial de crescimento.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">Você está preparado para se destacar nesse novo cenário? <a href="https://www.mitfokus.com.br/contabilidade-para-medicos/?utm_source=blog&amp;utm_medium=artigo&amp;utm_campaign=futuro-da-medicina-no-brasil">Conte com a Mitfokus para estruturar sua clínica com inteligência contábil</a> e visão estratégica.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira outros dados sobre a área médica no blog Mitfokus.</p>
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		<title>Clínicas Médicas Recuperam R$1,2 Bilhão em Impostos</title>
		<link>https://www.mitfokus.com.br/blog/clinicas-medicas-pagam-impostos-pagos-a-mais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SEO Liddi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jul 2023 18:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dados sobre a área médica]]></category>
		<category><![CDATA[clínica médica]]></category>
		<category><![CDATA[Tributação para médicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Devido à falta de uma gestão contábil e fiscal especializada na área da saúde, clínicas médicas estão pagando mais impostos do que deveriam Clínicas médicas pagam impostos a mais. É...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Devido à falta de uma gestão contábil e fiscal especializada na área da saúde, clínicas médicas estão pagando mais impostos do que deveriam</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">Clínicas médicas pagam impostos a mais. É isso o que revela uma pesquisa realizada pela Mitfokus.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">Com base em seu histórico de consultoria na área financeira da saúde, a empresa estima que essas clínicas poderiam reaver cerca de R$ 1,2 bilhão em tributos pagos a mais. O sócio da Mitfokus, Tiago Lázaro, ressalta que essa quantia pode ser ainda maior, estimando que existam aproximadamente 25 mil clínicas no país que realizam exames ou procedimentos, com uma média de reembolso de R$ 50 mil por cliente.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">Segundo especialistas, é possível recuperar esse montante em tributos federais, como <a href="https://www.mitfokus.com.br/blog/impostos-quais-incidem-na-aliquota-trimestral-dos-medicos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Imposto de Renda Pessoa Jurídica</a> e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), por meio de uma solicitação administrativa junto à Receita Federal, sem a necessidade de recorrer ao poder judiciário. Recomenda-se a judicialização apenas para empresas médicas que não possuem a infraestrutura de uma clínica.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">O processo de solicitação de restituição envolve uma análise fiscal que muitas vezes é desconhecida pelos profissionais da área da saúde, como médicos, administradores e contadores. Casos de clínicas que gastam mais do que o necessário e desperdiçam recursos foram mencionados na matéria do </span><span style="font-weight: 400;">Estadão</span><span style="font-weight: 400;">, destacando a importância de buscar essa recuperação. </span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">O levantamento realizado pela Mitfokus é considerado conservador, baseando-se em um número de clínicas abaixo do total existente no país. </span><span style="font-weight: 400;">Além disso, os cálculos não levam em conta os gastos com tributos municipais, como o Imposto Sobre Serviços (ISS), que muitas vezes são pagos em excesso ou há bitributação quando há prestação de serviços em diferentes cidades. </span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">Nesses casos, a judicialização é recomendada para recuperar esses impostos pagos a mais. O sócio da Mitfokus destaca que se considerarmos a quantidade de ISS pago a mais pelas clínicas, o montante de R$ 1,2 bilhão aumenta exponencialmente.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">Para os consultores, esse levantamento reforça a importância das clínicas médicas contarem com uma</span><a href="https://www.mitfokus.com.br/contabilidade-para-medicos/?utm_source=blog&amp;utm_medium=artigo&amp;utm_campaign=clinicas-recuperam-bi-em-impostos"><span style="font-weight: 400;"> contabilidade médica</span></a><span style="font-weight: 400;">. Essa gestão específica, combinada com um planejamento tributário adaptado às particularidades de cada setor e município, evita desperdícios que podem comprometer a sustentabilidade econômica das clínicas no Brasil.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">Clínicas médicas pagam impostos a mais. Leia a matéria completa no site do </span><a href="https://www.estadao.com.br/economia/coluna-do-broad/clinicas-medicas-podem-resgatar-ate-r-12-bi-em-tributos-pagos-a-mais/"><span style="font-weight: 400;">Estadão</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>IR 2023: Tendências para Médicos no Imposto de Renda</title>
		<link>https://www.mitfokus.com.br/blog/tendencias-no-ir-2023-para-medicos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Imprensa Mitfokus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jun 2023 18:15:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dados sobre a área médica]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[Tributação para médicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investimento no exterior, em alta na classe médica, requer um trabalho fiscal pormenorizado Tendências no IR 2023: Com o fim do prazo de entrega da declaração desse ano, a Receita...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><strong><em>Investimento no exterior, em alta na classe médica, requer um trabalho fiscal pormenorizado</em></strong></h2>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">Tendências no IR 2023: Com o fim do prazo de entrega da declaração desse ano, a Receita Federal divulgou que mais de 2 milhões de contribuintes caíram na malha fina. Isso significa que dos 32,4 milhões de documentos transmitidos, 6,45% foram retidos para averiguação.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">Ano após ano, esse número só vem aumentando. O Fisco trabalha, historicamente, com a margem de 5% a 7% das declarações caindo na malha fiscal em todos os exercícios. Contudo, se neste ano foram parar na malha 2 milhões de declarações, em 2022 o número foi 1.032.279; e no ano anterior, 869.302 documentos.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">E tais estatísticas de aumento de pessoas cujas declarações foram parar na <a href="https://www.mitfokus.com.br/blog/imposto-de-renda-tres-motivos-para-contratar-uma-contabilidade-medica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">malha fina</a> chamam atenção para alguns obstáculos que rondam a classe médica, em especial, a omissão de rendimentos, em disparada o principal motivo que faz com que as pessoas físicas tenham seus documentos bloqueados.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">Primeiro, porque seus ganhos se sobressaem aos da maioria das profissões, e como esses rendimentos são provenientes de múltiplas fontes, é natural que erros e esquecimentos aconteçam. Em segundo lugar, porque nos últimos anos, e em especial neste de 2023, houve um aumento exponencial de profissionais da área que, preocupados com as turbulências do país ocasionadas por motivos políticos e econômicos, entre eles inflação e restrição de acesso a crédito, passaram a investir dinheiro no exterior.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">E, neste aspecto, as tendências no IR 2023 foram várias: ações de empresas estrangeiras na bolsa de valores, ETFs, BDRs, criptomoedas, imóveis&#8230; Não importa. Independentemente do tipo de ganho proveniente de investimento no exterior, o que importa é que há a necessidade de pagar imposto.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">E engana-se quem pensa que os valores só devem ser declarados na temporada de declaração. Pelo contrário: em se tratando de análise de demonstrações financeiras e fiscais, esse é um trabalho que demanda atenção e cuidado todos os dias.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">No caso dos investimentos dos médicos brasileiros no exterior, os tributos devem ser declarados, porque quando um investidor opera fora do país, é regra que ele informe essa situação à Receita Federal. E esse procedimento se dá via Carnê Leão. Neste caso, todos os dividendos recebidos, mesmo que esse dinheiro se mantenha no exterior, devem ser informados via PTAX, que é a taxa de câmbio calculada durante o dia pelo Banco Central do Brasil, referente ao período.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">Ademais, outro dado imprescindível que é passível de declaração é o valor do imposto retido sobre o dividendo pago – para que não ocorra a bitributação desse rendimento, aqui no Brasil.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;"><strong>GCAP</strong></span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">Outra coisa: no caso dos investimentos em outros países, existe a apuração via GCAP, que ocorre quando o bem é negociado em uma bolsa de valores estrangeira.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">Para não incorrer em erro, é primordial saber ao certo qual é o tipo de investimento que o médico possui. Por exemplo: se for dinheiro de criptomoeda, stock (ações negociadas na Bolsa de Valores dos EUA) ou ETF, é aconselhável fazer a apuração do tributo sobre a negociação, já que provavelmente o imposto foi pago no exterior. Mas, se for uma BDR, não há essa necessidade.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">Em suma, é importante, para o médico, ter catalogado seus ganhos de capital. E se for o caso, no máximo até o mês seguinte à venda do ativo, fazer a descrição GCAP, que é o Programa da Receita Federal de Ganhos de Capital que consiste em uma solução usada para recolhimento do Imposto de Renda incidente sobre o ganho de capital obtido com a venda de bens. Com ela, na temporada de entrega do IRPF, no ano-calendário seguinte, o médico investidor importará os dados para a declaração. Mas, se isso não foi feito, ele correrá o risco de ter sua declaração retida em malha.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">Como tudo na Receita Federal, há uma tabela progressiva para uma quantidade específica de lucros, e com dinheiro aplicado no exterior isso não seria diferente. Funciona assim: quanto maior o ganho de capital, maior é o percentual. Vejamos como essas alíquotas recaem sobre os ganhos hoje:</span></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><span style="font-size: 12pt;"><strong>Lucro</strong></span></td><td><span style="font-size: 12pt;"><strong>Alíquota</strong></span></td></tr><tr><td><span style="font-size: 12pt;">Abaixo de R$ 5 milhões&nbsp;</span></td><td><span style="font-size: 12pt;">15%</span></td></tr><tr><td><span style="font-size: 12pt;">Entre R$ 5 milhões e R$ 10 milhões&nbsp;</span></td><td><span style="font-size: 12pt;">17,5%&nbsp;</span></td></tr><tr><td><span style="font-size: 12pt;">Entre R$ 10 milhões e R$ 30 milhões&nbsp;</span></td><td><span style="font-size: 12pt;">20%</span></td></tr><tr><td><span style="font-size: 12pt;">Acima de R$ 30 milhões&nbsp;</span></td><td><span style="font-size: 12pt;">22,5%&nbsp;</span></td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">Dessa forma, devido à complexidade de manter todas as informações reunidas e organizadas sobre bens ou ações no exterior; e em razão do intricamento de todo o Imposto de Renda mensal e anual, por meio da declaração, o mais indicado é que os médicos contem com uma contabilidade expert tanto em tributação quanto na área médica. </span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">Desfrutando de um especialista no assunto e de plataformas feitas sob medida para facilitar a visualização dos dados, além de ter alguém que planeje os processos fiscais e financeiros, o profissional da saúde terá melhor controle e análise sobre tudo que envolve seu trabalho e, por consequência, seu dinheiro.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">O resultado será mais economia e sustentabilidade para o seu negócio, garantindo resultados financeiros satisfatórios a cada ciclo, tudo isso sem ter de atentar contra as legislações vigentes.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">Para quem decidiu pela medicina como propósito de vida, conceder as prerrogativas contábeis a especialistas em contabilidade médica é abrandar de si mesmo a obrigação de lidar com atividades não relacionadas ao seu segmento de formação. A consequência é uma melhor devoção aos pacientes atendidos, aos estudos de desenvolvimento profissional e à promoção dos serviços prestados. A saúde agradece!</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Crise dos Planos de Saúde: Como Impacta os Médicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Imprensa Mitfokus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 May 2023 12:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dados sobre a área médica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Além do alto pagamento de impostos, sobrecarga nos atendimentos e atrasos constantes no repasse das operadoras são problemas constantes Crise dos planos de saúde: Após o anúncio do déficit operacional...</p>
<p>O post <a href="https://www.mitfokus.com.br/blog/crise-dos-planos-de-saude-medicos-sao-os-mais-impactados/">Crise dos Planos de Saúde: Como Impacta os Médicos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.mitfokus.com.br">Mitfokus</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<h2 class="wp-block-heading has-text-align-left"><strong><em>Além do alto pagamento de impostos, sobrecarga nos atendimentos e atrasos constantes no repasse das operadoras são problemas constantes</em></strong></h2>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Crise dos planos de saúde: Após o anúncio do déficit operacional de R$ 11,5 bilhões em 2022 no segmento de planos privados de assistência à saúde, feito pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), médicos de todo o Brasil estão preocupados com o impacto dessa informação na assistência e na promoção à saúde de seus pacientes. </span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">É importante salientar que o saldo negativo é o pior resultado da série histórica que começou em 2001.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Tal cenário negativo é a consequência de três anos de <a href="https://www.mitfokus.com.br/blog/covid-19-medicos-no-maranhao-foram-os-mais-impactados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pandemia da Covid-19</a>, alta da inflação e afastamento de investidores. Quem sofre são os usuários de convênios e os médicos que lidam diretamente com eles, com burocracia e até descredenciamentos.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Para agravar ainda mais o quadro, enquanto a insatisfação dos médicos e dos usuários dos planos de saúde aumenta, mantendo o serviço no topo da lista de reclamações registradas no Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), com 27,9% de queixas em 2022, a perspectiva é de reajuste de 17% a 25% nos benefícios individuais, familiares e empresariais, já para este mês de maio, conforme posicionamento da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), representante de grandes grupos de operadoras de saúde do país, que considera a situação como “bem crítica”.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Na visão do cardiologista, Dirceu Thiago Pessoa de Melo, a questão começa com os planos de saúde, afetando na sequência laboratórios e hospitais. </span><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Esses acabam interferindo na atuação dos médicos, na tentativa que estes deixam de dispor de autonomia profissional para a melhor prática dos tratamentos. </span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">“A ação acaba por refletir na dificuldade para internar pacientes ou para procedimentos cirúrgicos. Ademais, os médicos sentem em seus respectivos bolsos o alto pagamento de impostos, a sobrecarga nos atendimentos, além de atrasos constantes no repasse das operadoras, o que faz com que o recebimento dos proventos possa demorar muito mais do que o acordado”, afirma o médico.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">No esforço de evitar a crise nos planos de saúde, muitos médicos vêm adotando a prática de atendimento via reembolso, não onerando o paciente, e consentindo para que ele peça a compensação do valor da consulta ou do procedimento, de acordo com a tabela do seu plano de saúde. </span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Ademais, vários médicos preferem não mais trabalhar com os planos de saúde, mas isso acaba causando a diminuição da carteira de pacientes.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Portanto, o mais importante para sanar dores financeiras nessa relação conturbada, segundo Dirceu, é que os médicos, principalmente com CNPJs, invistam em uma contabilidade, de preferência especializada no segmento, para garantir a saúde financeira da organização.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">“O controle financeiro é importante em vários aspectos, não só no relacionamento com os planos de saúde, caso o médico o tenha, mas também para uma melhor gestão de impostos, taxas e contribuições, e para o crescimento da empresa, de acordo com um planejamento tributário adequado. </span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Por outro lado, sem uma contabilidade apropriada, o médico terá dificuldades para identificar e reparar todo tipo de prejuízo”, finaliza.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;"><strong>SAIBA MAIS</strong></span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-weight: 400;">A Mitfokus conta com uma equipe de especialistas em contabilidade e finanças médicas, oferecendo soluções personalizadas que vão ao encontro do perfil de cada profissional ou clínica médica. </span><a href="https://www.mitfokus.com.br/contabilidade-para-medicos/?utm_source=blog&amp;utm_medium=artigo&amp;utm_campaign=crise-planos-de-saude"><span style="font-weight: 400;">Saiba mais aqui.</span></a></span></p>
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		<title>Estudo Revela Desigualdade Salarial na Medicina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Imprensa Mitfokus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 May 2023 14:05:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dados sobre a área médica]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Média salarial dos profissionais é de pouco mais de R$ 30 mil; médicas declararam renda equivalente a 64% da registrada pelos homens, aponta estudo Desigualdade salarial na medicina. Segundo dados...</p>
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<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><em><strong>Média salarial dos profissionais é de pouco mais de R$ 30 mil; médicas declararam renda equivalente a 64% da registrada pelos homens, aponta estudo</strong></em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">Desigualdade salarial na medicina. Segundo dados da Receita Federal, divulgados pela Demografia Médica do Brasil 2023, a renda mensal dos médicos em 2020* era de R$ 30,1 mil. Os dados apontam que entre 2012 e 2020, houve uma queda de 7,2% nos rendimentos destes profissionais.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">Os profissionais entre 51 e 60 anos de idade foram os que tiveram maior salário registrado, chegando a receber, em média, R$ 41,2 mil. Já os médicos entre 19 e 30 anos informaram receber R$ 12,2 mil, e os de 31 e 40 anos, R$ 24,8 mil.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;"><strong>Desigualdade salarial</strong></span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">Os dados, no entanto, apontam desigualdade salarial entre os homens e as mulheres da medicina. A renda do médico homem em 2020 foi de R$ 36.421, enquanto a das mulheres foi de R$ 23.205. Ou seja, equivalente a 63,7% do rendimento declarado pelos homens.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">A diferença também ocorre nas faixas etárias dos gêneros. Na faixa de 41 a 50 anos, a renda declarada pelas médicas representa 65% da renda dos médicos.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">Essa diferença não acompanha o processo de <a href="https://www.mitfokus.com.br/blog/medicas-serao-maioria-no-pais-ate-2035/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">feminização da medicina no país</a>. Isso porque a proporção de mulheres médicas declarantes de Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) subiu, passando de 42,5%, em 2012, para 47,1%, em 2020. Em 2020, as mulheres já respondiam por 57,5% dos novos registros de médicos recém-formados.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">Além disso, homens declaram rendimento superior em todas as faixas etárias, enquanto as mulheres têm variações menos flexíveis. Até os 30 anos, mulheres declaram, em média, 82,7% do rendimento dos homens, diferença que se amplia para faixas etárias intermediárias, voltando a diminuir nas idades mais avançadas.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">O presente levantamento reforça o fato de os homens receberem remuneração maior do que as mulheres na medicina no Brasil, sendo que as diferenças tendem a persistir mesmo com ajustes por especialidades e carga horária.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;"><strong>Discriminação pode ser combatida</strong></span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">A diferença salarial entre homens e mulheres não é exclusiva da medicina, mas acontece em todas as áreas do mercado de trabalho. Até mesmo em cargos de chefia e direção não existe isonomia salarial. Porém, essa postura das empresas é vedada pela legislação.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">A própria Constituição Federal do Brasil declara, no Artigo 5º, que “todas as pessoas são iguais perante a lei”. O Artigo 7º “veda a diferenciação de salários, de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de sexo, idade, cor ou estado civil”. Embora a lei determine a exigência de salários iguais, não existe fiscalização e nem multa para empresas que não cumprem a legislação.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">Essa discriminação contribui para várias realidades negativas, dentre elas a sub-representação do gênero em áreas que pagam melhor, como ciência e tecnologia.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">Um artigo divulgado pelo site Folha Vitória afirma que 11% dos cargos executivos nas empresas de tecnologia do Vale do Silício nos Estados Unidos são ocupados por mulheres. Nenhuma das cinco grandes empresas de tecnologia dos EUA – Alphabet, Apple, Meta, Amazon e Microsoft – já teve uma mulher como CEO. É um potencial que deve ser explorado.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">Outro problema muito comum diz respeito às demissões logo após a licença-maternidade, o que faz com que muitas mães, embora bastante qualificadas, percam seus empregos e desistam da carreira.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">A desigualdade salarial é uma das principais barreiras que as mulheres enfrentam no mercado de trabalho, porém, ela pode ser combatida com algumas iniciativas. Se você pensa em abrir uma clínica ou consultório, por exemplo, promova a equidade salarial entre homens e mulheres. Isso assegura a isonomia nas remunerações para cargos com as mesmas funções e responsabilidades.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">Além disso, inclua a igualdade de gênero nos valores do seu negócio. Fale do tema em reuniões, na comunicação da empresa (campanhas, redes sociais, eventos) para que os colaboradores entendam que a igualdade entre os gêneros faz parte do DNA e da cultura organizacional.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;">O caminho é longo para diminuir a desigualdade salarial na medicina, e requer muito esforço social, políticas e ações concretas. Mas se você souber fazer a sua parte, contribuirá para eliminar as diferenças de gênero e alcançar a ODS (Objetivo de Desenvolvimento Sustentável) nº 5 da Organização das Nações Unidas (ONU), que busca acabar com todas as maneiras existentes de discriminação com meninas e mulheres em todas as partes do mundo.</span></p>
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		<title>Covid-19: Médicos do Maranhão Mais Impactados que SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Imprensa Mitfokus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 13:54:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dados sobre a área médica]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Características do mercado de trabalho e disponibilidade de equipamentos podem ser fatores que evidenciaram essa realidade Quase metade (49,2%) dos médicos que atuam no estado do Maranhão foi infectada pelo...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<h2><em><strong>Características do mercado de trabalho e disponibilidade de equipamentos podem ser fatores que evidenciaram essa realidade</strong></em></h2>
</blockquote>
<p><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Quase metade (49,2%) dos médicos que atuam no estado do Maranhão foi infectada pelo vírus da Covid-19 em 2021, segundo ano da pandemia. O índice é praticamente o dobro da taxa de infecção reportada pelos médicos paulistas (24,1%). É o que revela a Demografia Médica do Brasil 2023.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Dos 1.183 entrevistados, 46,6% atuavam no Maranhão e 53,4% em São Paulo. Os médicos eram em sua maioria homens, sendo 54% residentes de São Paulo e 58% no Maranhão. A média de idade dos entrevistados era de 44,4 anos. Em São Paulo a média era de 45,3, no Maranhão, de 43,3.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">A maioria dos médicos infectados apresentou sintomas leves ou inexistentes. O quadro grave de infecção foi relatado por 5% dos entrevistados, principalmente no estado do Maranhão (MA 6,9%; SP 2,5%).</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><strong>Falta de equipamentos</strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">De acordo com o relatório, a diferença no  índice de adoecimento pode ter relação com a organização dos serviços de saúde, características do mercado de trabalho e disponibilidade de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Diante da pandemia que assolou o país e o mundo, a comercialização de EPIs não acompanhou a velocidade de evolução da doença. O resultado disso foi a falta de equipamentos indispensáveis para o uso das equipes na linha de frente de assistência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Para ter uma ideia, em abril de 2020, uma pesquisa realizada pela Associação Paulista de Medicina (APM) repercutiu na grande imprensa quando mostrou que 50% dos médicos que atuavam na linha de frente enfrentaram a falta de equipamentos de proteção, tais como máscaras N95 ou PFF2, falta de óculos, aventais, máscaras cirúrgicas e orientações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Além da escassez de materiais de proteção, os médicos também foram alvos de adoecimentos, como síndrome de Burnout, depressão, entre outros casos, evidenciando o quanto os médicos e profissionais da saúde estão expostos a estímulos negativos e estressantes no ambiente de trabalho.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><strong>Brasil foi um dos países mais afetados pela Covid-19</strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Até o fechamento deste texto, o Brasil tinha registrado 701.215 mortes e 37.407.232 casos de Covid-19, conforme o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">De acordo com o relatório, o impacto foi muito maior nas populações mais vulneráveis. E, desde que a crise se alastrou, só houve um dia (12/02/2023) em que o Brasil não registrou nenhuma morte por Covid-19 nas últimas 24 horas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Aos poucos, com o avanço  da vacinação no país, os estudos apontaram a redução de casos e até de óbitos. Uma pesquisa da Fiocruz aponta que o índice de mortalidade ocasionado pelo vírus é três vezes maior em pessoas não vacinadas do que aquelas que estão vacinadas. Isso corrobora com o fato de que a vacinação é o caminho para reduzir o risco de morte pela doença. Cuide-se!</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-weight: 400;">Para saber mais detalhes sobre a pesquisa, </span><a href="https://amb.org.br/wp-content/uploads/2023/02/DemografiaMedica2023_8fev-1.pdf"><span style="font-weight: 400;">acesse aqui</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></span></p>
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		<title>Escolha da Especialidade Médica: O Papel do Interesse Pessoal</title>
		<link>https://www.mitfokus.com.br/blog/especialidade-medica-interesse-pessoal-e-determinante/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Imprensa Mitfokus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Apr 2023 14:02:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dados sobre a área médica]]></category>
		<category><![CDATA[carreira médica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Relacionamento profissional, prestígio da instituição e oportunidade de trabalho ficaram entre segundo, terceiro e quarto lugar, respectivamente A especialidade médica é uma decisão muito subjetiva. Porém, um levantamento divulgado pela...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<h2 class="wp-block-heading"><em><strong>Relacionamento profissional, prestígio da instituição e oportunidade de trabalho ficaram entre segundo, terceiro e quarto lugar, respectivamente</strong></em></h2>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-weight: 400;">A especialidade médica é uma decisão muito subjetiva. Porém, um levantamento divulgado pela </span><span style="font-weight: 400;">Demografia Médica do Brasil 2023</span><span style="font-weight: 400;"> mostrou que o “interesse pessoal” é o fator que mais pesa na hora de decidir a especialidade médica na qual o médico seguirá carreira.</span></span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-weight: 400;">Outros fatores decisivos para a </span><span style="font-weight: 400;">residência médica</span><span style="font-weight: 400;"> (RM) foram: “bom relacionamento/convívio com médicos da especialidade pretendida”, “prestígio da instituição que mantém o programa de RM”, “oportunidade de emprego” e “carreira profissional que a especialidade pode proporcionar”, respectivamente. A “expectativa de remuneração” ficou em 10º lugar, das 13 posições apresentadas, considerada como aspecto importante por 16% dos entrevistados.</span></span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Outros motivos elencados que menos impactam na <a href="https://www.mitfokus.com.br/blog/especialidades-medicas-clinica-medica-e-pediatria-sao-as-mais-comuns/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">decisão do médico</a> são: “influência de amigos ou familiares”, “presença de médico especialista na família” e “dificuldade de ingressar na residência”.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">O levantamento foi realizado com a participação de 1.614 médicos residentes em atuação no país com até 35 anos de idade. Para o cálculo amostral, levou-se também em consideração o gênero e o local de domicílio.</span></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" width="1024" height="715" src="https://www.mitfokus.com.br/wp-content/uploads/2023/04/AMOSTRA-SUBJETIVIDADE-1024x715.jpg" alt="" class="wp-image-280" srcset="https://www.mitfokus.com.br/wp-content/uploads/2023/04/AMOSTRA-SUBJETIVIDADE-1024x715.jpg 1024w, https://www.mitfokus.com.br/wp-content/uploads/2023/04/AMOSTRA-SUBJETIVIDADE-300x210.jpg 300w, https://www.mitfokus.com.br/wp-content/uploads/2023/04/AMOSTRA-SUBJETIVIDADE-768x537.jpg 768w, https://www.mitfokus.com.br/wp-content/uploads/2023/04/AMOSTRA-SUBJETIVIDADE.jpg 1258w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;"></span></p>



<div class="f-size-11 mt-2 p-0 text-center" style="text-align: center;"><span class="creditos"><i>Fonte: Scheffer M. et al., Demografia Médica no Brasil 2023</i></span></div>



<div class="f-size-11 p-0 text-center" style="text-align: center;"><span class="legenda">Motivos da escolha da especialidade entre médicos residentes participantes da amostra, em 2022</span></div>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;"><strong>Mudança na escolha</strong></span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">A residência médica é um treinamento para médicos recém-formados que desejam se especializar em uma determinada área da medicina. É um período de formação, inclusive, que exige alta dedicação dos profissionais para se qualificarem e prestarem o melhor serviço possível à sociedade.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Contudo, existem profissionais que percebem, ao longo do curso de especialização, que a área escolhida não é a mais adequada para o seu futuro. </span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Quando se trata de mudança de especialidade, o levantamento indicou que 10% dos médicos residentes trocaram de área ou programa de RM. Destes, 7,4% iniciaram outra especialidade e 3% ingressaram em outro programa, porém na mesma especialidade iniciada anteriormente .</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">A mudança se deu principalmente por desinteresse na área de especialização (44,2%), falta de atendimento às expectativas do programa ou devido à qualidade da formação (17,8%). </span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Ausência de vocação (10,5%), distância do local de domicílio (7,2%) e perspectivas de retorno financeiro (5,3%) foram outros fatores que fizeram os profissionais mudarem de área.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;"><strong>Excesso de trabalho</strong></span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">De acordo com a Lei nº 6.932, de 1981, que dispõe sobre as atividades do médico residente no Brasil, os programas de Residência Médica devem respeitar o máximo de 60 horas semanais, incluindo o máximo de 24 horas de plantão. Porém, não é bem isso que se tem relatado.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Muitos profissionais que participaram do estudo informaram que dedicam 39 horas e 18 minutos semanais em atendimento direto a pacientes, além de outras 15 horas e 36 minutos em plantões dentro do programa de RM. </span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Os residentes afirmam, também, dedicar, em média, duas horas e 41 minutos semanais na realização de exames laboratoriais e de diagnóstico.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Para o preenchimento de prontuários e tarefas administrativas, afirmam gastar, em média, 16 horas e 12 minutos por semana. Relatam, ainda, dedicar outras cinco horas e 25 minutos semanais, em média, para atividades didáticas e teóricas.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Ao considerar todas as atividades realizadas, os residentes afirmam dispensar, em média, 79 horas e 12 minutos por semana, bem acima das 60 horas semanais legalmente preconizadas.</span></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" width="1024" height="702" src="https://www.mitfokus.com.br/wp-content/uploads/2023/04/horas-trabalhads-1024x702.jpg" alt="" class="wp-image-281" srcset="https://www.mitfokus.com.br/wp-content/uploads/2023/04/horas-trabalhads-1024x702.jpg 1024w, https://www.mitfokus.com.br/wp-content/uploads/2023/04/horas-trabalhads-300x206.jpg 300w, https://www.mitfokus.com.br/wp-content/uploads/2023/04/horas-trabalhads-768x526.jpg 768w, https://www.mitfokus.com.br/wp-content/uploads/2023/04/horas-trabalhads.jpg 1064w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;"></span></p>



<div class="f-size-11 mt-2 p-0 text-center" style="text-align: center;"><span class="creditos"><i>Fonte: Scheffer M. et al., Demografia Médica no Brasil 2023</i></span></div>



<div class="f-size-11 p-0 text-center" style="text-align: center;"><span class="legenda">Médicos residentes participantes da amostra, segundo tempo médio dedicado a atividade do programa de Residência Médica, ao longo de uma semana típica, em 2022</span></div>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Essa jornada excessiva demonstra a relação direta entre o excesso de trabalho e casos de fadiga, estresse e até mesmo burnout dos médicos. </span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Além disso, a rotina excessiva pode colocar em risco a saúde dos pacientes, que podem receber um mau atendimento. Situações como essas, ainda em início de carreira, demonstram que é necessária uma atenção especial para uma realidade humanamente impossível de ser perpetuada.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-weight: 400;">Para saber mais detalhes da pesquisa, clique </span><a href="https://amb.org.br/wp-content/uploads/2023/02/DemografiaMedica2023_8fev-1.pdf"><span style="font-weight: 400;">aqui</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></span></p>
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		<title>Médicos em Residência: Índice de Profissionais no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Imprensa Mitfokus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 20:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dados sobre a área médica]]></category>
		<category><![CDATA[Residência médica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Clínica Médica, Pediatria e Ginecologia e Obstetrícia são as áreas com maior número de residentes; Angiologia, Medicina de Tráfego e Homeopatia são as menos buscadas A Residência Médica (RM) é...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Clínica Médica, Pediatria e Ginecologia e Obstetrícia são as áreas com maior número de residentes; Angiologia, Medicina de Tráfego e Homeopatia são as menos buscadas</strong></em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt; color: #000000;">A Residência Médica (RM) é o ensino de pós-graduação destinado à especialização de profissionais médicos. Além de o Distrito Federal ser uma das unidades federativas com maior índice de médicos profissionais no país, é a região com maior densidade de médicos residentes* por 100 mil habitantes. É o que diz a Demografia Médica 2023.&nbsp;</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt; color: #000000;">De acordo com o levantamento de 2021**, o&nbsp;Distrito Federal é onde mais tem médicos se especializado. São 44,9 médicos residentes por 100 mil habitantes, seguido de São Paulo (29,86), Rio Grande do Sul (25,84) e Rio de Janeiro (24,06). A menor densidade de profissionais em busca de especialização é no estado do Maranhão (4,57), seguido por Amapá (5,13) e Pará (7,10). Entre os estados do Nordeste, Pernambuco e Paraíba são os com densidades próximas da média nacional. Já na região Norte, somente os estados do Acre e Tocantins apresentam mais de 10 residentes por 100.000 habitantes.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt; color: #000000;">Conforme o estudo, cerca de 63,6% dos médicos residentes estão nas capitais; 5,6% em regiões metropolitanas, exceto capitais; e 30,8% cursam RM nos demais municípios do interior.</span></p>



<div class="f-size-11 p-0 text-center"></div>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://www.mitfokus.com.br/wp-content/uploads/2023/04/medicos-residentes-capital-1-150x150.jpg" alt="Proporção de médicos residentes." class="wp-image-276" srcset="https://www.mitfokus.com.br/wp-content/uploads/2023/04/medicos-residentes-capital-1-150x150.jpg 150w, https://www.mitfokus.com.br/wp-content/uploads/2023/04/medicos-residentes-capital-1-100x100.jpg 100w, https://www.mitfokus.com.br/wp-content/uploads/2023/04/medicos-residentes-capital-1-140x140.jpg 140w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt; color: #000000;">&nbsp;</span></p>



<div class="f-size-11 mt-2 p-0 text-center" style="text-align: center;"><span class="creditos"><i>Fonte: Scheffer M. et al., Demografia Médica no Brasil 2023; MEC. LAI/ 23546.045510/2022-68</i></span></div>



<div class="f-size-11 p-0 text-center" style="text-align: center;"><span class="legenda">Médicos residentes, segundo agrupamentos de municípios, em 2021</span></div>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt; color: #000000;"><strong>Clínica Médica tem maior número de residentes</strong></span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt; color: #000000;">De acordo com o levantamento, de&nbsp; 2021, cerca de 48% dos &nbsp;médicos residentes estava se especializando em Clínica Médica (14,2%), Pediatria (10,9%), Ginecologia e Obstetrícia (9,2%), Anestesiologia (7,1%) e Área Cirúrgica Básica (6,5%). &nbsp;Os programas com menor número de residentes no mesmo período eram Angiologia (2 residentes), Medicina de Tráfego (3), Homeopatia (10), Alergia e Imunologia (12) e Medicina Legal e Perícia Médica (13).</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt; color: #000000;">A concentração em Clínica Médica e Cirurgia Geral/Área Cirúrgica Básica se deve também ao fato de serem pré-requisito para acessar outros programas de RM. As especialidades com maior número de residentes são as mesmas com maior número de médicos especialistas titulados.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt; color: #000000;"><strong>Volume de residentes</strong></span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt; color: #000000;">Em 2018, 38.681 médicos cursavam Residência Médica no Brasil, número que subiu ligeiramente para 38.995 de vagas ocupadas em 2019 e 39.069 em 2020. Já em 2021,&nbsp;41.853 médicos cursavam RM, ou 3.172 a mais que em 2018, de acordo com&nbsp; o Ministério da Educação (MEC). &nbsp;Os ingressantes na RM estavam inscritos em programas mantidos por 789 instituições credenciadas pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM).</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt; color: #000000;">Ainda em 2021, 4.950 programas de RM eram credenciados no Brasil, autorizados a formar médicos em 55 especialidades e 59 áreas de atuação reconhecidas pela Comissão Mista de Especialidades (CME), composta por representantes&nbsp; da Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Médica Brasileira (AMB).</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt; color: #000000;"><strong>Evolução de vagas por especialidades</strong></span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt; color: #000000;">Conforme o relatório, as áreas de Medicina de Emergência, Patologia Clínica/Medicina Laboratorial, Genética Médica, Medicina Preventiva e Social, Homeopatia, Medicina do Trabalho e Nutrologia aumentaram o número de vagas em termos percentuais no período, mas também são especialidades com menor número de médicos em relação ao total de residentes.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt; color: #000000;">Já entre especialidades que concentram maior número de residentes, somente Medicina de Família e Comunidade apresentou um modesto crescimento de 3,1% ao ano. Clínica Médica e Ginecologia e Obstetrícia, que concentram grande número de residentes, apresentaram tendência de estagnação nos anos avaliados, com taxas decrescentes de crescimento (-1,7% e -3,9% ao ano, respectivamente).</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt; color: #000000;">As especialidades Medicina de Tráfego, Cirurgia Geral, Radioterapia, Medicina Nuclear e Angiologia apresentaram maior decréscimo. Com exceção da Cirurgia Geral, são especialidades que têm número reduzido de residentes. </span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt; color: #000000;">Vale lembrar que a Cirurgia Geral apresentou uma taxa negativa (-33,8% ao ano), depois da implantação, em 2019, &nbsp;&nbsp;do programa pré-requisito em área cirúrgica básica, uma residência médica que estava sendo exigida para quem pensava em se tornar cirurgião em alguma especialidade médica. O programa, porém, ficou vigente por dois anos e foi extinto em 2022.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt; color: #000000;"><strong>Financiamento de bolsas </strong></span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt; color: #000000;">De acordo com o estudo, o Ministério da Saúde é quem mais investe em bolsa de estudos aos médicos residentes. O órgão arca com cerca de 40% das bolsas de RM, seguido pelo Ministério da Educação (21%) e pelos governos estaduais (19%). Saiba a importância do planejamento financeiro durante a residência <a href="https://www.mitfokus.com.br/blog/a-importancia-do-planejamento-financeiro-na-residencia-medica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</span></p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="887" height="385" src="https://www.mitfokus.com.br/wp-content/uploads/2023/04/bOLSAS.jpg" alt="Financiamento de bolsas na residência" class="wp-image-275" srcset="https://www.mitfokus.com.br/wp-content/uploads/2023/04/bOLSAS.jpg 887w, https://www.mitfokus.com.br/wp-content/uploads/2023/04/bOLSAS-300x130.jpg 300w, https://www.mitfokus.com.br/wp-content/uploads/2023/04/bOLSAS-768x333.jpg 768w" sizes="(max-width: 887px) 100vw, 887px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt; color: #000000;"></span></p>



<div></div>



<div class="f-size-11 mt-2 p-0 text-center" style="text-align: center;"><span class="creditos"><i>Fonte: Scheffer M. et al., Demografia Médica no Brasil 2023; DDES/SESu/MEC</i></span></div>



<div class="f-size-11 p-0 text-center" style="text-align: center;"><span class="legenda">Recursos destinados ao financiamento de bolsas de Residência Médica, segundo fontes pagadoras, em 2022</span></div>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt; color: #000000;"><strong>Análise</strong></span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt; color: #000000;">Verificar a evolução da especialização dos profissionais de medicina é uma das maneiras de auxiliar a projetar a quantidade de especialistas que o país pode contar. Além disso, contribui para a sugestão de medidas que podem ser implementadas por gestores de Residência Médica e de políticas públicas que envolvem saúde e educação.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt; color: #000000;">Além disso, os dados ajudam a readequar a distribuição de vagas de médicos residentes e a diminuir as desigualdades regionais entre as especialidades, contribuindo para superar os obstáculos que impedem o pleno preenchimento e a ocupação de vagas para médicos residentes pelo país.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt; color: #000000;"><em>* A Residência Médica é o ensino de pós-graduação destinado à especialização de profissionais médicos. O ingresso se dá mediante processo seletivo e chamamento público. A duração dos programas varia de dois a cinco anos e a especialização em áreas de atuação pode acrescentar um ou mais anos de residência. </em></span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt; color: #000000;"><em>Por lei, o médico residente recebe R$ 4.106,09, ao qual podem ser acrescidos benefícios excepcionais. Além da bolsa especial, o médico residente precisa passar por um treinamento de 60 horas semanais.&nbsp;<span style="font-size: 12pt;">(Fonte: Demografia Médica do Brasil 2023).&nbsp;</span></em></span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>** A base acessada, via Lei de Acesso à Informação, refere-se aos dados de 2018 a 2022. Optou-se por descartar o ano de 2022, devido à incompletude de informações.&nbsp;<span style="font-size: 12pt;">(Fonte: Demografia Médica do Brasil 2023).&nbsp;</span></em></p>
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		<title>Diminui Índice de Estudantes de Medicina Negros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Imprensa Mitfokus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Apr 2023 18:55:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dados sobre a área médica]]></category>
		<category><![CDATA[carreira médica]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em compensação, houve um aumento no percentual de alunos que se declararam pardos. Confira o estudo. Estudantes de medicina: em 10 anos, a maioria dos alunos eram pessoas autodeclaradas brancas....</p>
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<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Em compensação, houve um aumento no percentual de alunos que se declararam pardos. Confira o estudo.</strong></em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Estudantes de medicina: em 10 anos, a maioria dos alunos eram pessoas autodeclaradas brancas. Em 2019*, o índice foi de 69,7%. Já o número de&nbsp; estudantes autodeclarados pretos diminuiu mais da metade: em 2010 eram 8,2% ; em 2019 foi para 3,5% do total de ingressantes.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Em contrapartida, o índice da população autodeclarada parda nas universidades cursando medicina aumentou. Em 2019, tinham 9.326 alunos ante 1.483 em 2010.&nbsp;&nbsp;</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;"><strong>População negra é maioria na pública</strong></span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">O estudo apontou, ainda, que a porcentagem de ingressantes segundo raça/cor variou conforme a instituição, se pública ou privada. Em 2010, a população negra nas escolas públicas representava 38,6%, quase o dobro do encontrado nas escolas privadas (19,4%). Após 10 anos, em 2019, o número de pretos e pardos era de 41,6% nas públicas e 23,0% nas escolas privadas, mostrando que a diferença se manteve.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">O que podemos considerar nesse recorte é que houve um avanço no número da população negra cursando medicina no país.&nbsp; Esse aumento da identificação racial deve-se, entre outros aspectos, ao maior número total de vagas disponíveis. A política de cotas também é um outro fator importante nesse processo, uma vez que diminui a desigualdade do acesso aos jovens negros e pardos na área médica.&nbsp; Soma-se a essas lutas e conquistas as ações afirmativas, tanto de reparação histórica quanto na educação.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">No entanto, em termos percentuais, considerando o <a href="https://www.mitfokus.com.br/blog/vagas-na-medicina-brasil-registra-maior-oferta-nos-ultimos-10-anos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">total de estudantes na medicina</a>, não houve alteração. Isso mostra que a inclusão ocorre de maneira mais lenta do que ocorre no ensino superior e na sociedade como um todo, levando em consideração que, nos últimos anos, o número de pessoas que se declaram como pretas e pardas no Brasil tem aumentado.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Pretos e pardos representam, agora, 56% da população. É o que diz a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Ainda assim, temos muito a comemorar e ao mesmo tempo evoluir nesse processo.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 12pt;"><em><span style="font-weight: 400;">*Até 2019, o Inep disponibilizava microdados do censo sem restrições. Para adequação à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018), a partir de 2020 (último ano disponível no momento do estudo) parte dos dados passou a ser fornecida de forma semi-agregada. Assim, para a maior parte das análises são usados dados da série de 2010 a 2019. (Fonte: Demografia Médica do Brasil 2023).&nbsp;</span></em></span></p>
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		<title>Proporção de Médicos no Brasil é Similar à do Japão</title>
		<link>https://www.mitfokus.com.br/blog/proporcao-de-medicos-no-brasil-e-similar-ao-japao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Imprensa Mitfokus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2023 12:30:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dados sobre a área médica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais da metade dos profissionais têm menos de 55 anos Em duas décadas, o Brasil mais que dobrou a densidade de médicos no país. Esse quadro é consequência da abertura...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong><em>Mais da metade dos profissionais têm menos de 55 anos</em></strong></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Em duas décadas, o Brasil mais que dobrou a densidade de médicos no país. Esse quadro é consequência da abertura de novas vagas de graduação, entrada de médicos estrangeiros, prolongamento do tempo de atividade e adiamento da aposentadoria. É o que revela a “Demografia Médica 2023”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa expansão impactou a densidade de médicos no país e permite comparar a realidade brasileira com a de países desenvolvidos. Conforme relatório, no início dos anos 2000 existiam 1,29 médicos por mil habitantes. Atualmente, a proporção é de 2,6 profissionais, similar ao Japão (2,6) e próximo dos Estados Unidos (2,64) e Canadá (2,77).</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.mitfokus.com.br/wp-content/uploads/2023/04/calculo.jpg" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><i>Fonte: Scheffer M. et al., Demografia Médica no Brasil 2023; OCDE</i></strong><strong>Razão de médicos por 1.000 habitantes, segundo países selecionados</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Médicos por habitantes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em decorrência da abertura de cursos e vagas nos últimos anos, em 2021 o Brasil passou a ter uma taxa de 11,75 médicos graduados para cada 100 mil habitantes, um patamar próximo ao da Finlândia (12,19), Suíça (12,91) e Alemanha (12,03).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale ressaltar que esse aumento significativo da relação médicos/habitantes nas últimas duas décadas não expressa a distribuição heterogênea de profissionais no território brasileiro. Pelo contrário, esconde uma grande desigualdade na concentração de médicos que se concentram mais nas <a href="https://www.mitfokus.com.br/blog/norte-e-nordeste-sao-regioes-com-menor-densidade-de-medicos-no-pais/" data-type="link" data-id="https://www.mitfokus.com.br/blog/norte-e-nordeste-sao-regioes-com-menor-densidade-de-medicos-no-pais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">regiões Sul e Sudeste do que no Norte e Nordeste </a>do país. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.mitfokus.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Capturar-1024x546.jpg" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><i>Fonte: Scheffer M. et al., Demografia Médica no Brasil 2023; OCDE</i></strong><strong>Percentual de médicos com 55 anos ou mais em relação ao total de médicos, segundo países selecionados</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Faixa etária</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A média geral de idade dos médicos no Brasil vem declinando nos últimos anos. Em 2022, apenas 28% deles tinham mais de 55 anos, evidenciando uma profissão relativamente jovem e com tendência para a maior presença&nbsp;<a href="https://www.mitfokus.com.br/blog/proporcao-de-medicos-no-brasil-e-similar-ao-japao/" data-type="link" data-id="https://www.mitfokus.com.br/blog/proporcao-de-medicos-no-brasil-e-similar-ao-japao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">feminina</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contrapartida, Itália e Estados Unidos têm mais da metade dos profissionais acima de 55 anos. Esse indicador é importante porque permite mostrar se o número de médicos em formação será suficiente para substituir o contingente que se afasta do mercado de trabalho, devido à aposentadoria, óbito ou por outro motivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cenário&nbsp;dependerá da manutenção da política de abertura de cursos e vagas de medicina, o que implicará em maior ou menor entrada de médicos jovens.&nbsp;</p>
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